Startup vencedora do Prêmio Stemmer em 2016 se consolida no mercado internacional

Uma das vencedoras na edição 2016 do Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), a startup Chipus Microeletrônica, de Florianópolis, atualmente colhe os frutos de sua expertise desenvolvendo projetos para clientes internacionais. Na última edição da premiação, a Chipus ganhou o primeiro lugar na categoria “Empresa inovadora de micro ou pequeno porte”, a partir da apresentação de um sensor magnético integrado, considerado o primeiro circuito a incorporar monoliticamente em um único chip um sensor de tunelamento magnético, os circuitos de processamento e condicionamento de sinais. Com a eliminação dos amplificadores de sinal, o chip requer menos potência para operar e, portanto, contribui também para uso mais eficiente de energia. Na ocasião, a empresa foi representada pelo CEO da Chipus Murilo, Pilon Pessatti, e pelo seu CTO, Paulo Augusto Dal Fabbro.

O Governador de Santa Catarina Raimundo Colombo ao lado de Sergio Luiz Gargioni, presidente da FAPESC, no momento da entrega do prêmio para o CEO da Chipus Murilo Pessatti e Paulo Augusto Dal Fabbro, diretor-técnico da Chipus.

A empresa desenvolve projetos de circuitos integrados de baixo consumo para aplicações em segmentos diversos tais como indústria 4.0 e Internet of Things. Seu market share é dividido, de um modo geral em 10% nos EUA, 70% na Europa e 20% na Ásia. A Chipus vem crescendo em média 100% ao ano desde sua fundação, e neste primeiro trimestre de 2017 está fechando um faturamento equivalente ao total obtido em 2016. De 2015 a 2017, a empresa dobrou o número de colaboradores (de 16 para 34).

Importância da premiação e participação no mercado internacional

Segundo Murilo Pessatti, CEO da Chipus, ganhar o reconhecimento de suas soluções por meio da premiação foi importante pois destaca seu trabalho em nível regional e nacional. “Além de projetar a Chipus regionalmente, o prêmio fortalece o prestígio da empresa perante atuais e futuros clientes. Este reconhecimento também é muito importante à equipe, estimulando ainda mais o desenvolvimento de tecnologia competitiva e de ponta. Por último e não menos importante, o recurso financeiro é muito bem-vindo”, declara.

Ainda de acordo com Murilo, a presença no mercado externo foi necessária para o crescimento da empresa. “Iniciamos nossa jornada há nove anos, fazendo um caminho não convencional para uma startup: conseguimos nosso espaço no mercado externo, estabelecendo parcerias sólidas e de longo prazo. Desenvolvemos projetos para big players no mercado internacional de semicondutores e com um posicionamento de grande relevância na área de IoT”, revela.

Para chegar onde estão, ambos os sócios fundadores atuaram no mercado europeu antes de criar a empresa, em países como Portugal e Suíça, buscando paralelamente especializações na área. “Essa trajetória, muito mais que uma escolha, foi uma necessidade frente às limitações no ecossistema de semicondutores brasileiro. Neste momento, podemos olhar com mais propriedade para o mercado nacional e colocarmo-nos como agentes para o desenvolvimento da microeletrônica e consequentemente da indústria brasileira”, explica Pessatti.

Sobre o Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense

O Prêmio Inovação Catarinense foi criado pela Lei 14.328, de 2008, a Lei Catarinense de Inovação, a qual dispõe sobre incentivos à pesquisa científica, tecnológica e inovação no Estado de Santa Catarina. Leva o nome do Professor Caspar Erich Stemmer em homenagem a essa personalidade catarinense de destaque nacional no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação. O Prêmio objetiva reconhecer publicamente esforços e resultados alcançados por pessoas, instituições e empresas que se destacaram em promover a utilização do conhecimento científico e tecnológico na prática da inovação. Com periodicidade anual, na atual edição serão premiadas as seguintes categorias: Protagonista da Inovação; Instituição Inovadora; Instituição de CTI; Empresa Inovadora de Micro e Pequeno Porte e Empresa Inovadora de Médio e Grande Porte. As inscrições para a edição 2017 seguem abertas até o dia 15 de maio. Mais informações pelo edital, publicado no site da FAPESC.

Sobre a Chipus Microeletrônica

Especializada no desenvolvimento e customização de projetos de circuitos integrados (CIs ou simplesmente chips) e licenciamento de IPs (Intellectual Property), a Chipus Microeletrônica foi criada em junho de 2009, momento em que passou a fazer parte do MIDI Tecnológico, incubadora mantida pelo SEBRAE/SC e gerida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE). Com uma carteira composta por dez clientes internacionais, seu portfólio reúne nesses oito anos mais de 180 IPs. Recebeu inicialmente apoio financeiro de investidores-anjo, além de subsídios provenientes de editais do CNPq/MCTI. Em 2016, também foi uma das contempladas pelo Fundo Criatec 2/BNDES. Mais informações pelo site: www.chipus.com.br.

Fonte: Assessoria de Comunicação Chipus

Em maio termina prazo para se candidatar ao Prêmio Stemmer

A 7ª edição do Prêmio Stemmer Inovação Catarinense está com inscrições abertas até 15 de maio. Lançada pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina), a premiação irá reconhecer esforços de instituições, empresas inovadoras e protagonistas da inovação, oferecendo um total de R$ 525 mil aos finalistas.

O Prêmio Stemmer 2017 terá cinco categorias, o que não ocorria desde a edição de 2012. Os candidatos poderão se inscrever nas seguintes categorias: Protagonista da Inovação (pessoa física), Instituição Inovadora, Instituição de CTI, Empresa inovadora de micro ou pequeno porte (com faturamento de até R$ 3,6 milhões, ano-base 2015) e Empresa inovadora de médio ou grande porte (faturamento superior a R$ 3,6 milhões). Cada categoria terá três premiados, sendo que o primeiro colocado de cada uma receberá R$ 60 mil reais, os segundos colocados receberão R$ 30 mil cada, e a terceira colocação receberá R$ 15 mil. Os finalistas também recebem um troféu e certificado.

“O Prêmio Stemmer já faz parte do calendário das premiações de Santa Catarina voltadas à inovação e à pesquisa, e tem trazido ótimos resultados, pois além de premiar, estimula processos inovadores que geram diferenças no nosso dia a dia, principalmente no setor produtivo”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini, no lançamento do edital. As inovações inscritas no Prêmio Stemmer podem ser dos mais variados tipos: produto, insumo ou maquinário, processo, organizacional, mercado e método. Em todas as categorias o principal critério de elegibilidade é a qualificação da inovação referência quanto aos conhecimentos científico e tecnológico e aos impactos social, econômico e ambiental.

A candidatura deverá ser feita na Plataforma FAPESC. O edital do Prêmio Stemmer está disponível neste link. A divulgação dos finalistas deverá ocorrer no final de setembro, com cerimônia de entrega da premiação em outubro.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

FAPESC abre novo edital do Prêmio Stemmer de Inovação

A 7ª edição do Prêmio Stemmer Inovação Catarinense está com inscrições abertas até 15 de maio. Lançada pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina), a premiação irá reconhecer esforços de instituições, empresas inovadoras e protagonistas da inovação, oferecendo um total de R$ 525 mil aos finalistas.

O Prêmio Stemmer 2017 terá cinco categorias, o que não ocorria desde a edição de 2012. Os candidatos poderão se inscrever nas seguintes categorias: Protagonista da Inovação (pessoa física), Instituição Inovadora, Instituição de CTI, Empresa inovadora de micro ou pequeno porte (com faturamento de até R$ 3,6 milhões, ano-base 2015) e Empresa inovadora de médio ou grande porte (faturamento superior a R$ 3,6 milhões). Cada categoria terá três premiados, sendo que o primeiro colocado de cada uma receberá R$ 60 mil reais, os segundos colocados receberão R$ 30 mil cada, e a terceira colocação receberá R$ 15 mil. Os finalistas também recebem um troféu e certificado.

“O Prêmio Stemmer já faz parte do calendário das premiações de Santa Catarina voltadas à inovação e à pesquisa, e tem trazido ótimos resultados, pois além de premiar, estimula processos inovadores que geram diferenças no nosso dia a dia, principalmente no setor produtivo”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini, no lançamento do edital. As inovações inscritas no Prêmio Stemmer podem ser dos mais variados tipos: produto, insumo ou maquinário, processo, organizacional, mercado e método. Em todas as categorias o principal critério de elegibilidade é a qualificação da inovação referência quanto aos conhecimentos científico e tecnológico e aos impactos social, econômico e ambiental.

A candidatura deverá ser feita na Plataforma FAPESC. O edital do Prêmio Stemmer está disponível neste link. A divulgação dos finalistas deverá ocorrer no final de setembro, com cerimônia de entrega da premiação em outubro.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

Governo estadual premia empresas e pesquisadores por ações inovadoras

O total de R$210 mil foi destinado hoje (21) aos seis finalistas do Prêmio Professor Caspar Erich Stemmer de Inovação Catarinense. Eles também receberam troféus das mãos do governador Raimundo Colombo e de Sergio Gargioni, presidente da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). Esta é a 6ª edição do Prêmio, que já contemplou 58 pesquisadores (protagonistas da inovação), empresas e instituições, com valores superiores a R$1,38 milhão.

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Nesta edição, houve duas categorias: Empresa de Micro ou Pequeno Porte e Protagonista da Inovação. Nesta última, o ganhador foi Dennis Boing, pesquisador e coordenador do Centro de Tecnologia e Inovação em Fabricação, da UNIFEBE (Fundação Educacional de Brusque). “A indicação desta premiação é sem dúvida um estímulo para novos projetos e novos desenvolvimentos. Com isso, poderemos criar, a cada dia, novas situações para nossa Universidade e região”, disse Boing. O Centro sob sua coordenação atua em processos de fabricação em usinagem de materiais endurecidos. “Além de contemplar projetos diretos de inovação por meio da pesquisa aplicada, as atividades realizadas também promovem oportunidades para acadêmicos da UNIFEBE, inclusive no fomento de parcerias internacionais”, acrescentou.

Na segunda posição ficou Wanessa Rejane Knop Weihermann, que apresentou projeto inovador – desenvolvido como pesquisa de doutorado na UDESC, campus Joinville – sobre Materiais Poliméricos com Capacidade de Autocicatrização. Eles são uma alternativa para a geração de materiais poliméricos mais duráveis e confiáveis, evitando falhas durante o seu uso em aplicações de engenharia. Quanto à participação como finalista do Prêmio Stemmer, a pesquisadora afirmou: “é um incentivo muito importante para a carreira do pesquisador, pois todo o trabalho desenvolvido em muitos anos de pesquisa, dedicação laboratorial e experimental, obteve sucesso em desenvolver um mecanismo inédito no Brasil.”

Rinaldo Puff e outros membros da equipe do setor de Compressores da Whirlpool S.A. – Unidade EMBRACO de Joinville, conquistaram o terceiro lugar com o desenvolvimento do primeiro compressor hermético sem óleo para aplicações de refrigeração residenciais do mundo. O Wisemotion oferece mais facilidade no transporte, no armazenamento e na reciclagem. “Trata-se de uma revolução para a refrigeração, pois amplia as possibilidades para o design de novos refrigeradores – desde o formato até funcionalidades mais inteligentes. Isso porque o compressor pode ser instalado em diversas posições no refrigerador, pois não existe a preocupação com o retorno do óleo lubrificante”, explicou a equipe da Embraco.

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Setor produtivo

Na categoria Empresa inovadora de micro ou pequeno porte a vencedora foi a Chipus Microeletrônica, de Florianópolis, com um Sensor Magnético Integrado considerado o primeiro circuito a integrar monoliticamente em um único chip um sensor de tunelamento magnético e os circuitos de processamento e condicionamento de sinais. Em termos ambientais, com a eliminação dos amplificadores de sinal, o chip requer menos potência para operar e, portanto, contribui também para uso mais eficiente de energia. A empresa foi representada pelo diretor-presidente Murilo Pilon Pessatti e pelo diretor-técnico, Paulo Augusto dal Fabro.

A segunda colocação ficou com a PNP Soluções em Bioengenharia, por causa do InCardio – ECG Veterinário, que funciona por meio da telemedicina, permitindo o diagnóstico a distância e facilitando o acesso a exames especializados dos pacientes. O equipamento integra os laudos ao software e ao aplicativo pela internet, aproximando as clínicas veterinárias dos especialistas. “Uma clínica de uma cidade no interior onde não exista um profissional qualificado em cardiologia veterinária pode, pela internet, enviar dados adquiridos do paciente para uma central de telemedicina, onde um cardiologista interpreta o exame e a gera o laudo. Por fim, o laudo é enviado para o veterinário que o solicitou e para o tutor do paciente”, explica Jonatas Pavei, diretor comercial da empresa que já recebeu recursos da FAPESC, por meio do programa Sinapse da Inovação. Sobre isso, também falou o diretor-técnico, Gabriel Veloso Paim.

A EcoTextil Industria e Comércio de Maquinas, de Luzerna,  garantiu a terceira posição com um desfiador de tecidos para  micro e pequenas confecções capaz de reduzir em 250 toneladas o volume dos resíduos enviados mensalmente a aterros catarinenses. O equipamento reaproveita retalhos que sobram da confecção de roupas, formando uma nova estopa que irá gerar novos tecidos. “Os resíduos de tecidos são beneficiados e a estopa resultante tem satisfatória aceitação do usuário. As confecções descartam vários tipos de tecidos, alguns deles, como a malha de poliéster, ainda não são beneficiáveis pelo equipamento”, ponderou Severino De Déa, idealizador da máquina. Para desenvolvê-la, a EcoTextil recebeu apoio do Sinapse. “Nos próximos 2 anos a empresa deverá comercializar pelo menos 500 máquinas deste tipo.”

Na Chamada Pública nº 04/2015, inscreveram-se 40 candidatos, sendo 16 empresas e 24 pesquisadores (individuais ou em equipe). A região da Grande Florianópolis foi a que apresentou mais candidaturas, seguida pelo Oeste, a região Norte e o Vale do Itajaí.

Reconhecendo a contribuição dos inovadores na apropriação do conhecimento científico e tecnológico em novos produtos ou processos, o prêmio inclui a entrega de troféus e valores em dinheiro, sendo R$ 15mil para o 3º colocado, R$ 30mil para o 2º e R$ 60mil para o 1º colocado.

Fonte: Heloisa Dallanhol – FAPESC

Pesquisadores da Embraco são finalistas do Prêmio Stemmer

Entre os três finalistas do Prêmio Stemmer na categoria Protagonista da Inovação está o pesquisador em engenharia e tecnologia Rinaldo Puff, vinculado à Embraco. Ele e sua equipe criaram uma tecnologia chamada de Wisemotion, ligada ao consumo do mercado da refrigeração. A classificação dos finalistas do Prêmio Stemmer será revelada na cerimônia de entrega da premiação, na próxima segunda-feira, às 14h, no Gabinete do Governador do Estado de Santa Catarina.

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O Wisemotion é o primeiro compressor para refrigeração residencial que não utiliza óleo. O produto foi lançado em 2014 e as principais áreas de conhecimento envolvidas na inovação são: Conceitos em Compressores Lineares, Eletrônica, Mecânica, Dinâmica de fluidos, Acústica, Vibração e Termodinâmica. A empresa já participou de diversos prêmios com a tecnologia desenvolvida: Destaque na China Refrigeration Expo InnovativeProduct 2015 – categoria RefrigerationEquipment; Destaque na XV Conferência ANPEI 2015; 1º lugar no Prêmio Aberje 2014 – categoria Comunicação e Relacionamento Internacional; 2º lugar no III Prêmio de Inovação.

A fabricação do produto consome menos matéria-prima que os compressores convencionais, e está alinhada às estratégias de sustentabilidade desenvolvidas pela empresa. O Wisemotion oferece mais facilidade no transporte, no armazenamento e na reciclagem, beneficiando toda a cadeia, já que dispensa o uso do óleo. “Trata-se de uma revolução para a refrigeração, pois amplia as possibilidades para o design de novos refrigeradores – desde o formato até funcionalidades mais inteligentes. Isso porque o compressor pode ser instalado em diversas posições no refrigerador, pois não existe a preocupação com o retorno do óleo lubrificante”, explica a equipe da Embraco.

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A tecnologia atende níveis de eficiência que podem chegar a 20% de economia de energia quando comparada aos compressores de alta eficiência mais vendidos mundialmente. “Outra vantagem do Wisemotion é proporcionar uma melhor conservação dos alimentos, por manter a temperatura interna do refrigerador estável”, aponta a empresa. O desenvolvimento do compressor levou dez anos e envolveu 100 profissionais de Pesquisa e Desenvolvimento, tendo gerado 80 patentes globalmente.

São seis os finalistas desta edição do prêmio Stemmer de Inovação Catarinense, divididos entre Protagonista da Inovação e Empresa inovadora de micro ou pequeno porte. Em cada categoria, o primeiro colocado receberá R$ 60 mil, o segundo R$ 30 mil, e R$ 15 mil o terceiro. O Prêmio Stemmer foi criado pela Lei Catarinense de Inovação, em 2008, e é oferecido pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesqusia e Inovação do Estado de Santa Catarina).

A premiação carrega o nome de Caspar Erich Stemmer por sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e da inovação. Esta é a 6ª edição do Prêmio, que já contemplou 58 pesquisadores (protagonistas da inovação), empresas e instituições, com valores que ultrapassam R$1,38 milhão.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

Empresa desenvolve sensor magnético e está entre os finalistas do Prêmio Stemmer

Entre as três finalistas na categoria Empresa inovadora de micro ou pequeno porte, a Chipus Microeletrônica concorre ao Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense com o Sensor Magnético Integrado. A premiação é promovida pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) para reconhecer os esforços e resultados de pessoas, instituições, grupos de pesquisa e empresas que tenham desenvolvido produtos e processos inovadores. Os ganhadores serão conhecidos na cerimônia de entrega do prêmio, que terá lugar no Gabinete do Governador Raimundo Colombo na segunda-feira, 21 de março, às 10h.

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A inovação criada pela Chipus é o primeiro circuito que une em um único chip um sensor de tunelamento magnético e os circuitos de processamento e condicionamento de sinais. “O sensor capta a presença de um campo magnético e gera um sinal elétrico análogo que pode ser utilizado para monitorar a intensidade deste campo magnético”, explica Alexandre Dal Fabbro, responsável pelo marketing corporativo da Chipus.

O equipamento pode ser utilizado na medição de corrente elétrica, de posição angular e linear, de rotação, detecção de campo magnético terrestre e em aplicações na indústria de automação. Em termos ambientais, com a eliminação dos amplificadores de sinal, o chip requer menos potência para operar e, portanto, contribui para uso mais eficiente de energia. A tecnologia utilizada dispensa o uso de concentradores magnéticos, o que diminui o custo do sensor.

Sobre a participação da empresa como finalista do prêmio Stemmer, Alexandre diz: “o reconhecimento do trabalho desenvolvido em um mercado ainda incipiente no Brasil (semicondutores), é um dos principais auxílios que a indicação ao Prêmio pode proporcionar à Chipus, principalmente no cenário econômico atual. A iniciativa da FAPESC com o Prêmio Stemmer incentiva, sem dúvida alguma, a inovação e o desenvolvimento de empresas de base tecnológica no Estado de Santa Catarina”.

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A premiação foi criada pela Lei Catarinense de Inovação, em 2008, e carrega o nome de Caspar Erich Stemmer por sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e da inovação. Nesta edição serão premiados seis projetos, divididos em duas categorias: Protagonista da Inovação e Empresa inovadora de micro ou pequeno porte. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 60 mil; o segundo R$ 30 mil; e o terceiro, R$ 15 mil (totalizando R$ 210 mil).

Fonte: Jéssica Trombini – Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

FAPESC entrega Prêmio Stemmer de Inovação na próxima semana

Na próxima segunda-feira, 21, a FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) entregará o Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense 2015. A cerimônia acontece no gabinete do Governador Raimundo Colombo, às 10h. São seis os finalistas desta edição, divididos em duas categorias: Protagonista da Inovação e Empresa inovadora de micro ou pequeno porte. Em cada categoria, o primeiro colocado receberá R$ 60 mil, o segundo R$ 30 mil, e R$ 15 mil o terceiro. A ordem de classificação será anunciada apenas na entrega do prêmio.

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O Prêmio Stemmer foi criado pela Lei Catarinense de Inovação, em 2008, e carrega o nome de Caspar Erich Stemmer por sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e da inovação. Esta é a 6ª edição da premiação, que já contemplou 58 pesquisadores (protagonistas da inovação), empresas e instituições, com valores que ultrapassam R$1,38 milhão.

Na categoria Protagonista da inovação, os finalistas são:

Wanessa Rejane Knop Weihermann, da UDESC Joinville, apresentou como projeto inovador Materiais Poliméricos com Capacidade de Autocicatrização, que são uma alternativa para a geração de materiais poliméricos mais duráveis e confiáveis, evitando falhas durante o seu uso em aplicações de engenharia. Geralmente, estes materiais são submetidos durante sua vida útil à fadiga mecânica e/ou térmica, exposição à radiação ultravioleta, exposição a substâncias químicas ou à combinação destes fatores podendo assim levar a formação de microtrincas. Essas microtrincas são de difícil visualização e reparação e podem propagar-se ao longo do material levando a sua falha prematura, além disso, os métodos convencionais de reparo não se mostram eficientes.

Genesis Duarte de Oliveira Silva, Rinaldo Puff e equipe, Whirlpool S.A. – Unidade EMBRACO – Compressores, com a Tecnologia Wisemotionprimeiro compressor hermético sem óleo para aplicações de refrigeração residenciais do mundo. O produto foi lançado em 2014 e as principais áreas de conhecimento envolvidas na inovação são: Conceitos em Compressores Lineares, Eletrônica, Mecânica, Dinâmica de fluidos, Acústica, Vibração e Termodinâmica.

Dennis Boing, da Fundação Educacional de Brusque, que apresentou a criação do Centro de Tecnologia e Inovação em Fabricação. O modelo de funcionamento envolve acadêmicos, professores e equipes de engenharia das empresas. O Centro possui uma grande linha de trabalho em processos de fabricação em usinagem de materiais endurecidos, os quais são prioritariamente direcionados para o corte a seco e a técnica de aplicação de mínimas quantidades de lubrificantes (MQL), as quais utilizam em torno de 10ml/h de fluído lubrificante para o processo.

 

Na categoria Empresa inovadora de micro ou pequeno porte os finalistas são:

PNP Soluções em Bioengenharia LTDA-ME é finalista no Prêmio Stemmer com o InCardio – ECG Veterinário. A telemedicina, presente na inovação, permitiu que clínicas veterinárias do interior tivessem acesso ao serviço de cardiologia veterinária a distância, o que é um problema recorrente, a falta de profissionais especializados longe dos maiores centros. Outro impacto econômico para Santa Catarina está na cadeia de fornecedores, dado que a empresa privilegia fornecedores do estado. Tem-se, também, a diminuição no uso de papel, uma vez que os laudos são sempre gerados por meio eletrônico.

Chipus Microeletrônica, que apresentou como inovação o Sensor Magnético Integrado. O sensor é utilizado na medição de corrente elétrica, medição de posição angular e linear, medição de rotação, detecção de campo magnético terrestre. É o primeiro circuito a integrar monoliticamente em um único chip um sensor de tunelamento magnético e os circuitos de processamento e condicionamento de sinais. Em termos ambientais, com a eliminação dos amplificadores de sinal, o chip requer menos potência para operar e, portanto, contribui também para uso mais eficiente de energia.

EcoTextil Industria e Comércio de Maquinas apresentou o desfiador de tecidos para  micro e pequenas confecções.O equipamento prioriza a redução do impacto ambiental de um setor econômico (Micro e Pequenas confecções);o diferencial desta ideia é a visão de ganho de desempenho financeiro na utilização do equipamento, a partir da aplicação de uma ferramenta da área ambiental chamada Produção mais Limpa que preza a reutilização de resíduos.

 

Por: Jéssica Trombini – Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

Finalista do Prêmio Stemmer realiza exames veterinários usando telemedicina

Entre os três finalistas do Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense na categoria Empresa inovadora de micro ou pequeno porte, a InPulse concorre com o produto chamado de InCardio, um aparelho portátil de uso veterinário para eletrocardiogramas.  A empresa teve início com um projeto na segunda edição do programa Sinapse da Inovação, em 2010. A ordem de classificação do Prêmio Stemmer será divulgada pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) na cerimônia de entrega da premiação, que acontece na próxima segunda-feira, às 10h, no Gabinete do Governador Raimundo Colombo.

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O InCardio funciona por meio da telemedicina, que permite o diagnóstico a distância e facilita o acesso a exames especializados dos pacientes. O equipamento integra os laudos ao software e ao aplicativo pela internet, aproximando as clínicas veterinárias dos especialistas. “Uma clínica de uma cidade no interior onde não exista um profissional qualificado em cardiologia veterinária pode, pela internet, enviar dados adquiridos do paciente para uma central de telemedicina, onde um cardiologista interpreta o exame e a gera o laudo. Por fim, o laudo é enviado para o veterinário que o solicitou e para o tutor do paciente”, explica Jonatas Pavei, diretor da empresa.

O aparelho pode ser conectado de maneira sem fio a computadores e smartphones, facilitando seu uso. Um dos impactos esperados pelo uso do InCardio está na cadeia de fornecedores, pois a empresa privilegia fornecedores de Santa Catarina, a fim de movimentar a economia. Outra expectativa é a diminuição no uso de papel, uma vez que os laudos são sempre gerados por meio eletrônico. “Em um ano de comercialização atingimos 30% dos veterinários cardiologistas no Brasil, e o sistema de telemedicina está crescendo acima de 10% ao mês desde maio de 2015”, comenta o diretor da InPulse. A empresa oferece suporte técnico e atualiza constantemente o sistema, com base em sugestões dos usuários. Pavei acredita que esses fatores aproximam e fidelizam seus clientes.

Crescimento

Em 2010, a equipe foi selecionada pelo programa Sinapse da Inovação para desenvolver o protótipo de um eletroestimulador gástrico para tratamento da obesidade, dando origem à empresa,  que em 2012 participou do PAPPE (Programa de Subvenção Econômica às Micro e Pequenas Empresas), ambos operados pela FAPESC. O diretor da InPulse acredita que a participação como finalista do Prêmio Stemmer pode dar maior credibilidade e visibilidade ao trabalho desenvolvido pela equipe: “os clientes enxergarão ainda mais a InPulse como referência de desenvolvimento tecnológico na área de saúde e saúde animal, associando assim a empresa com qualidade e segurança”.

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O Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense é promovido pela FAPESC para reconhecer os esforços e resultados de pessoas, instituições, grupos de pesquisa e empresas que tenham desenvolvido produtos e processos inovadores.

A premiação foi criada pela Lei Catarinense de Inovação, em 2008, e carrega o nome de Caspar Erich Stemmer por sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e da inovação. Nesta edição serão premiados seis projetos, divididos em duas categorias: Protagonista da Inovação e Empresa inovadora de micro ou pequeno porte. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 60 mil; o segundo R$ 30 mil; e o terceiro, R$ 15 mil (totalizando R$ 210 mil).

Por: Jéssica Trombini – Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

Empresa que criou desfiador ecológico é finalista do prêmio Stemmer

A EcoTêxtil Indústria e Comércio de Máquinas, de Joaçaba, é uma das três finalistas na categoria Empresa inovadora de micro ou pequeno porte do Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense. A inovação apresentada foi um desfiador de tecidos para micro e pequenas confecções que reduz a quantidade de resíduos sólidos têxteis. A ordem de classificação será divulgada na cerimônia de entrega do prêmio, que ainda não possui data definida.

O equipamento reaproveita aparas e retalhos de confecções de roupas, formando uma nova estopa que irá gerar novos tecidos. “Os resíduos de tecidos, independentemente de sua gramatura ou composição, são beneficiados e a estopa resultante tem satisfatória aceitação do usuário. As confecções descartam vários tipos de tecidos, alguns deles, como a malha de poliéster, ainda não são beneficiáveis pelo equipamento”, explica Severino De Déa, idealizador da máquina.

“Em estudo, observamos que 20% de toda a matéria prima que entra na empresa é descartado como resíduo, e este percentual pode ser maior que a lucratividade das confecções”, diz o empreendedor. Nas confecções onde o equipamento foi instalado, houve aproveitamento de 90% dos resíduos sólidos, sendo descartados somente embalagens e material de expediente. Os resíduos a serem reutilizados podem ser de todo o processo fabril, desde as aparas resultantes da sala de corte e as sobras de máquinas de costura.

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Para desenvolver o produto, a empresa recebeu apoio do programa Sinapse da Inovação, operado pela FAPESC e a Fundação CERTI. O lançamento ocorreu Feira GERA 2015 em Joaçaba, teve ótima aceitação no mercado: “na feira foram feitos vários contatos com empresas interessadas no equipamento e em suas funcionalidades. Nos próximos 2 anos a empresa deverá comercializar pelo menos 500 máquinas ECOTEXTIL”, conta Severino. A estimativa é que o uso do equipamento gere uma redução de 250 toneladas de resíduo têxtil por mês destinado a aterros catarinenses.

O Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense é promovido pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) para reconhecer os esforços e resultados de pessoas, instituições, grupos de pesquisa e empresas no desenvolvimento de produtos e processos inovadores.

A premiação foi criada em 2008 pela Lei Catarinense de Inovação, e carrega o nome de Caspar Erich Stemmer por sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e da inovação. Nesta edição serão premiados seis projetos, divididos em duas categorias: Protagonista da Inovação e Empresa inovadora de micro ou pequeno porte. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 60 mil; o segundo R$ 30 mil; e o terceiro, R$ 15 mil (totalizando R$ 210 mil).

Por: Jéssica Trombini – Coordenadoria de Comunicação do CONFAP

Doutoranda da UDESC Joinville é finalista do Prêmio Stemmer

Wanessa Knop, pós-graduanda em Engenharia e Ciência de Materiais da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), é uma das três pessoas finalistas na categoria Protagonista da Inovação do Prêmio Stemmer 2015. O projeto apresentado é denominado Materiais Poliméricos com Capacidade de Autocicatrização e foi desenvolvido como pesquisa de doutorado. O Prêmio Stemmer de Inovação Catarinense é promovido pela FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) para reconhecer os esforços e resultados de pessoas, instituições, grupos de pesquisa e empresas no desenvolvimento de produtos e processos inovadores.

Arquivo pessoal - Wanessa Knop

Arquivo pessoal – Wanessa Knop

O projeto da pesquisadora é uma alternativa para a geração de materiais poliméricos mais duráveis, evitando falhas durante seu uso em aplicações de engenharia, como revestimentos, adesivos, componentes microeletrônicos e compósitos estruturais. Durante sua vida útil, estes materiais são geralmente submetidos à fadiga mecânica ou térmica, exposição à radiação ultravioleta, exposição a substâncias químicas ou à combinação de vários fatores, podendo assim levar à formação de microtrincas. Essas rupturas são de difícil visualização e reparação e podem se propagar pelo material. “Isto torna o material suscetível a falhas, fazendo-se necessário realizar reparos periódicos ou até mesmo uma substituição precoce do mesmo, o que em muitas situações é caro e oneroso, e dependendo da finalidade de uso do material pode vir a se tornar uma catástrofe”, explica a pesquisadora.

A autocicatrização do material acontece quando se rompe uma microcápsula que possui um líquido denominado agente de cura. Devido à presença das microtrincas ou microfissuras geradas nos polímeros em serviço, ocorre a liberação do agente de cura, que entra em contato com grupos epoxídicos da resina e inicia um processo de polimerização que cobrirá as microfissuras, “A polimerização é desencadeada por contato com o agente de cura”, resume Wanessa. O agente de cura reage com a matriz baseado em uma reação química para que ocorra a polimerização na microfissura, sem intervenção manual e em temperatura ambiente.

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autocicatrizacao 2Apresenta três estágios do processo de autocicatrização da trinca presente em um material polimérico. Na etapa I apresenta as microcápsulas dispersas na matriz. Na etapa II é possível observar que após o surgimento de uma trinca e devido o seu aumento acaba rompendo as microcápsulas cheias com um agente de cura. Na etapa III este agente de cura entraem contato com a matriz epoxídica reage para unir a rachadura e fecha a trinca.

 

Reconhecimento

Quanto à participação como finalista do Prêmio Stemmer, a pesquisadora afirma: “é um incentivo muito importante para a carreira do pesquisador, pois todo o trabalho desenvolvido em muitos anos de pesquisa, dedicação laboratorial e experimental, obteve sucesso em desenvolver um mecanismo inédito no Brasil.”

A premiação foi criada em 2008 pela Lei Catarinense de Inovação, e carrega o nome de Caspar Erich Stemmer por sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e da inovação. Nesta edição serão premiados seis projetos, divididos em duas categorias: Protagonista da Inovação e Empresa inovadora de micro ou pequeno porte. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 60 mil; o segundo R$ 30 mil; e o terceiro, R$ 15 mil (totalizando R$ 210 mil). A ordem de classificação será divulgada na cerimônia de entrega do prêmio, que ainda não teve sua data definida.

 

 

Por: Jéssica Trombini – Coordenadoria de Comunicação da FAPESC